Olubajé: Uma Experiência Imersiva de Cura, Memória e Partilha

Olubajé propõe experiência imersiva de ancestralidade, memória e partilha na Casa Preta
A Casa Preta Espaço de Cultura recebe, no dia 23 de agosto, a vivência artístico-cultural “Olubajé: Uma Experiência Imersiva de Cura, Memória e Partilha”. Realizada pela Ayodèlê Vivências Ancestrais e idealizada por Viviane Carvalho, a experiência convida o público a percorrer, durante duas horas, um caminho sensorial inspirado nos saberes ancestrais do Candomblé.
A proposta reúne oralidade, música, dança e culinária de terreiro em uma experiência que aproxima corpo, memória, ancestralidade e cuidado. Cantigas, itans, movimentos e alimentos fazem parte do percurso, valorizando saberes tradicionais afro-brasileiros e práticas ancestrais de cuidado.
Mais do que assistir, o público é convidado a participar e vivenciar a experiência coletiva. A atividade também integra a programação do projeto Elos e Elãs, responsável pela dinamização da Casa Preta ao longo de 2026.
Destaques do evento
- Vivência artístico-cultural inspirada nos saberes ancestrais do Candomblé.
- Experiência reúne oralidade, música, dança e culinária de terreiro.
- Proposta aborda ancestralidade, memória, cuidado e partilha.
- Atividade é idealizada por Viviane Carvalho, iyalorixá, educadora e terapeuta integrativa.
- Realização da Ayodèlê Vivências Ancestrais.
- Programação integra o projeto Elos e Elãs, da Casa Preta Espaço de Cultura.
- Experiência tem duração de duas horas.
Serviço
Evento: Olubajé: Uma Experiência Imersiva de Cura, Memória e Partilha
Data: 23 de agosto de 2026 (domingo)
Horário: 10h às 12h
Local: Casa Preta Espaço de Cultura
Endereço: Rua Areal de Cima, 07 – Dois de Julho, Salvador – BA
Ingressos: R$ 35 (meia) e R$ 70 (inteira)
Vendas: Sympla e bilheteria da Casa Preta. Link disponível na bio do Instagram @casapretaespacodecultura.
Classificação: Não informada
Acessibilidade: Não informada.
Realização: Ayodèlê Vivências Ancestrais
Projeto: Elos e Elãs
Bora porque…
- É para viver: a proposta vai além de assistir e convida o público a participar da experiência.
- Tem ancestralidade: saberes tradicionais afro-brasileiros conduzem o encontro.
- Tem corpo e memória: música, dança, oralidade e alimento aparecem como caminhos de conexão e cuidado.
- Tem partilha: a experiência coloca a coletividade no centro da vivência.
Foto: Divulgação

