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SUMMARY:Audiovisual: Ossalitres
DESCRIPTION:Memória negra e arte contemporânea: Conheça OSSALITRES em Salvador \n​A capital baiana recebe\, entre os dias 28 de março e 1º de abril de 2026\, a estreia da vídeo-instalação performativa “OSSALITRES | 2ª crioullage de Diego Araúja”. Realizada pela Plataforma ÀRÀKÁ\, a obra ocupará o Museu de Arte da Bahia (MAB)\, no Corredor da Vitória\, com oito apresentações presenciais divididas em duas sessões diárias\, às 18h e 19h30. O projeto\, que funde teatro\, artes visuais e audiovisual\, tem entrada gratuita e propõe uma imersão profunda na memória negra e nas poéticas contemporâneas. \n​O Conceito de Crioullage e a Narrativa de Resistência\n​Concebido pelo artista Diego Araúja e com performance da artista multidisciplinar Laís Machado\, o trabalho aprofunda a pesquisa iniciada em QUASEILHAS (2018-2020). O termo “crioullage” define uma poética de encenação que articula performance\, espaço\, som e imagem sob uma perspectiva crioula\, mantendo a autonomia de cada linguagem. Em “OSSALITRES”\, o público é convidado a conhecer o “Congresso de Sal”\, um grupo ficcional de intelectuais afrodiaspóricos que\, nos anos 60\, se reuniu em Salvador para fundar um manifesto que atravessa política e imaginação.\n​A montagem utiliza vídeos com imagens documentais de movimentos negros do século XX\, projetados enquanto a performer constrói\, ao vivo\, uma narrativa que mescla ficção e realidade. Segundo Araúja\, a ideia é que o espectador entre em uma espécie de “consciência negra” coletiva\, onde a memória é tratada como um território em disputa e exaltação.\n​\nArquitetura Imersiva e Trajetória da Plataforma ÀRÀKÁ\n​A experiência sensorial é ampliada por uma arquitetura efêmera e dispositivos espaciais criados especificamente para o MAB. Com duração entre 30 e 40 minutos\, a obra assume um caráter processual. “É mais uma instalação cênica do que uma encenação tradicional. É no encontro com o público que ela se desenvolve”\, afirma o encenador. \n​A Plataforma ÀRÀKÁ\, fundada por Diego e Laís em 2016\, consolidou-se como um “quilombo criativo”\, conectando artistas em redes internacionais e recebendo reconhecimentos como o Prêmio Leda Maria Martins. O projeto atual foi viabilizado pelo edital Gregórios – Ano IV\, com recursos da Fundação Gregório de Mattos e da Política Nacional Aldir Blanc. \n​Serviço\n​Evento: OSSALITRES | 2ª crioullage de Diego Araúja\n​Realização: Plataforma ÀRÀKÁ\n​Local: Museu de Arte da Bahia – MAB (Corredor da Vitória\, Salvador – BA)\n​Datas: 28\, 29 e 31 de março e 1º de abril de 2026\n​Horários: Duas sessões diárias\, às 18h e 19h30\n​Entrada: Gratuita
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SUMMARY:Coletivo DUO apresenta “MacbethRicardoIII”
DESCRIPTION:O Coletivo DUO chega a abril com uma programação dupla no Teatro SESC-SENAC Pelourinho\, em Salvador. O grupo baiano\, com 16 anos de trajetória\, coloca em cena dois espetáculos de seu repertório: o adulto MacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania e o infanto-juvenil Em Busca da Ilha Desconhecida\, em sessões distribuídas pelos fins de semana do mês. \nPremiado pelo FUNARTE de Estímulo ao Teatro 2022\, MacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania propõe um encontro inusitado entre duas das figuras mais emblemáticas de Shakespeare: Macbeth e Ricardo III. No palco\, os dois tiranos se enfrentam em um espaço atemporal\, expondo a lógica que sustenta sistemas de dominação — e revelando que\, por trás de discursos distintos\, os métodos para conquistar e manter o poder são perturbadoramente parecidos. Com dramaturgia inédita de Paulo Atto\, encenação de Rino Carvalho e trilha sonora de Luciano Bahia\, o espetáculo é interpretado por Israel Barretto e Saulus Castro — ambos integrantes do DUO — e funciona como um espelho incômodo da política contemporânea\, convidando o público a refletir sobre os limites éticos do poder\, a banalização da violência e os rastros deixados por projetos autoritários. As sessões acontecem nos dias 10 e 17 de abril\, às 19h30. \nCom 10 espetáculos no repertório e atuação em cidades por todo o estado\, o Coletivo DUO é referência em pesquisa cênica na Bahia\, articulando arte\, educação e formação por meio de projetos como o Festival Solos de Teatro da Bahia e o Cabriola: mediação cultural jovens espectadores. \n  \nSERVIÇO \nMacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania \nDias: 10 e 17 de abril | Horário: 19h30 \nClassificação: 18 anos \nLocal: Teatro SESC-SENAC Pelourinho — Salvador/BA \nIngressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada) \nVenda: Bilheteria do SESC-SENAC Pelourinho
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SUMMARY:Além do Arco-Íris": comédia musical
DESCRIPTION:“Além do Arco-Íris”: comédia musical sobre infância LGBTQIAPN+ chega ao Teatro SESI Rio Vermelho em abril\nCom sessões de 10 a 26 de abril\, espetáculo mistura humor\, música e videomapping para falar sobre pertencimento\, memória afetiva e diversidade na infância \nSalvador recebe em abril o espetáculo “Além do Arco-Íris”\, comédia musical que aborda as experiências de crianças LGBTQIAPN+ com sensibilidade\, humor e uma trilha sonora repleta de referências nostálgicas. A temporada acontece no Teatro SESI Rio Vermelho entre os dias 10 e 26 de abril\, com sessões de sexta a domingo às 20h e uma sessão extra aos sábados\, às 17h. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.\nA história se passa no quarto do pequeno Mike\, onde a imaginação se torna um refúgio diante das pressões sociais da infância. Com recursos de videomapping e uma curadoria musical que percorre dos anos 1950 até os anos 2000 — incluindo referências a programas como o da Xuxa —\, o protagonista se transforma no apresentador de seu próprio programa de TV\, no qual memórias e vivências ganham forma de atrações. \nMergulho nas memórias\nO ator Marcos Barretto\, responsável por dar vida a Mike\, vê na peça um reencontro com sua própria infância nos anos 90. Para ele\, o espetáculo chega num momento em que crianças LGBTQIAPN+ já contam com referências que validam sua existência — algo que não existia nas décadas anteriores\, quando a visibilidade da comunidade se resumia frequentemente ao lugar do riso e da ridicularização.\nA narrativa não poupa as contradições do ambiente familiar: uma das personagens centrais é uma mãe que\, ao tentar proteger o filho de um mundo intolerante\, acaba por feri-lo. A cena ressoa com histórias reais de muitas famílias e é um dos pontos mais tocantes da montagem. \nReflexão para todas as gerações\nO autor e diretor Cláudio Simões construiu o espetáculo como uma experiência coletiva de memória e empatia. A seleção das canções foi pensada para que o público de diferentes idades encontre algum ponto de reconexão com sua própria infância ao longo da peça. Mais do que entretenimento\, a proposta é ampliar o debate sobre homofobia e sobre as projeções que a sociedade impõe desde cedo sobre as crianças.\n“Além do Arco-Íris” é uma realização da Multi Planejamento Cultural\, com patrocínio via Programa de Isenção Fiscal Viva Cultura – Salvador\, da Prefeitura de Salvador\, SEFAZ\, SECULT e Fundação Gregório de Mattos (FGM). \nSERVIÇO\nEspetáculo “Além do Arco-Íris”\nLocal: Teatro SESI Rio Vermelho\nDatas: 10\, 11\, 12\, 17\, 18\, 19\, 24\, 25 e 26 de abril (sextas a domingos; dia 10 com sessão especial para convidados)\nHorários: Sextas a domingos às 20h | Sábados também às 17h\nIngressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada)\nVendas: https://linkme.bio/alemdoarcoiris
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SUMMARY:Coletivo DUO apresenta “Em Busca da Ilha Desconhecida”
DESCRIPTION:O Coletivo DUO chega a abril com uma programação dupla no Teatro SESC-SENAC Pelourinho\, em Salvador. O grupo baiano\, com 16 anos de trajetória\, coloca em cena dois espetáculos de seu repertório: o adulto MacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania e o infanto-juvenil Em Busca da Ilha Desconhecida\, em sessões distribuídas pelos fins de semana do mês. \nEm Busca da Ilha Desconhecida chega comemorando uma década desde sua estreia — que aconteceu\, coincidentemente\, no mesmo Teatro SESC-SENAC Pelourinho. Baseado na obra homônima de José Saramago\, o espetáculo narra a jornada de um Homem e uma Mulher que\, superando obstáculos\, persistem em encontrar uma ilha ainda inexplorada. A montagem\, com encenação\, dramaturgia\, direção musical e composições de Saulus Castro e figurinos de Rino Carvalho\, tem no elenco Saulus Castro\, Israel Barretto\, Nina Andrade e João Vitor Sobral. A proposta une o lirismo de Saramago à cultura popular baiana — com referências do cancioneiro e das manifestações de rua do estado —\, entregando uma experiência lúdica e visualmente rica sobre afeto e persistência. As sessões são nos dias 11 e 18 de abril\, às 16h\, com classificação livre a partir de 6 anos. \nCom 10 espetáculos no repertório e atuação em cidades por todo o estado\, o Coletivo DUO é referência em pesquisa cênica na Bahia\, articulando arte\, educação e formação por meio de projetos como o Festival Solos de Teatro da Bahia e o Cabriola: mediação cultural jovens espectadores. \n  \nSERVIÇO \nEm Busca da Ilha Desconhecida\nDias: 11 e 18 de abril | Horário: 16h\nClassificação: Livre (indicado a partir de 6 anos)\nLocal: Teatro SESC-SENAC Pelourinho — Salvador/BA\nIngressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada)\nVenda: Bilheteria do SESC-SENAC Pelourinho
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SUMMARY:Peça "Namíbia\, Não!" direção de Lázaro Ramos
DESCRIPTION:Namíbia\, Não!: Espetáculo comemorativo de 15 anos retorna a Salvador sob direção de Lázaro Ramos. \n​O aclamado espetáculo “Namíbia\, Não!”\, texto de Aldri Anunciação e direção de Lázaro Ramos\, está de volta a Salvador para uma celebração histórica. Com duas únicas apresentações no Teatro Sesc Casa do Comércio\, nos dias 14 e 15 de abril\, a montagem comemora 15 anos de trajetória\, reafirmando-se como um dos marcos mais importantes da dramaturgia negra contemporânea no Brasil.\n​A peça\, que já alcançou mais de um milhão de espectadores ao redor do mundo\, incluindo apresentações em Portugal\, Londres e Alemanha\, serviu de base para o premiado filme “Medida Provisória” (2022). No palco\, os primos Antônio (Aldri Anunciação) e André (Jhonny Salaberg) vivem um confinamento provocado por uma medida governamental autoritária que determina a deportação compulsória de cidadãos com “melanina acentuada” para países da África.\n​Um Mosaico de Vozes da Dramaturgia Brasileira\n​Além da atuação potente no palco\, “Namíbia\, Não!” é conhecido por seu desenho sonoro inovador\, utilizando vozes em off que representam a opressão estatal e a memória afetiva. O público poderá ouvir participações de ícones das artes brasileiras\, como Wagner Moura (no papel do Ministro da Devolução)\, Léa Garcia\, Suely Franco\, Pedro Paulo Rangel e o próprio Lázaro Ramos.\n​Segundo o autor Aldri Anunciação\, essas vozes são decisivas para fechar o cerco narrativo e empurrar os personagens ao limite. A obra transcendeu os palcos ao vencer o Prêmio Jabuti em 2013 na categoria juvenil\, tornando-se um texto-manifesto adotado em escolas e universidades para debater racismo\, políticas migratórias e reparação social.\n​Do Confinamento do Teatro para o Sucesso no Cinema\n​A adaptação cinematográfica da peça\, “Medida Provisória”\, foi a segunda maior bilheteria nacional de 2022\, provando a força da história criada no teatro baiano. Aldri destaca que o desafio de roteirizar o filme foi “sair do confinamento” do apartamento onde a trama original se passa\, expandindo o universo para as ruas\, mas mantendo a essência crítica e o humor ácido que marcam a obra.\n​A temporada comemorativa em Salvador é uma realização da Melanina Acentuada Produções com apoio do Sesc Bahia\, celebrando não apenas a longevidade da peça\, mas a manutenção de uma equipe técnica que caminha junta há uma década e meia. \n​Serviço\n​Espetáculo: Namíbia\, Não! – Temporada Comemorativa de 15 anos\n​Onde: Teatro Sesc Casa do Comércio (Avenida Tancredo Neves\, número 1109 – Caminho das Árvores\, Salvador – Bahia\, 41820-021)\n​Quando: 14 e 15 de abril\n​Horário: A partir das 20h\n​Ingressos: Disponíveis na plataforma Sympla\n​Vendas Online: https://www.sympla.com.br
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LOCATION:SESC Casa do Comércio\, Av. Tancredo Neves\, 1109 - Caminho das Árvores\, Salvador\, Bahia\, 41820-021\, Brazil
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SUMMARY:"Eu\, Zuzu Angel\, agora milito" estreia no Teatro
DESCRIPTION:Martim Gonçalves 50 anos após a morte da estilista assassinada pela Ditadura Militar\nEspetáculo com direção de Sophia Colleti e atuação de Vivianne Laert tem temporada de 15 a 26 de abril em Salvador\, cidade onde Zuzu viveu e deu à luz seu filho Stuart \nCinquenta anos após a morte de Zuleika Angel Jones — a Zuzu Angel —\, assassinada por agentes do regime militar em 14 de abril de 1976\, o Teatro Martim Gonçalves recebe a estreia do espetáculo “Eu\, Zuzu Angel\, agora milito”. A temporada vai de 15 a 26 de abril\, data escolhida intencionalmente: no dia 15\, há exatamente meio século\, realizava-se o funeral da estilista. \nCom dramaturgia e direção de Sophia Colleti — que também atua na peça —\, o espetáculo tem como protagonista a atriz Vivianne Laert no papel de Zuzu\, contracenando com Mano Leone\, que interpreta Stuart e outros personagens masculinos. A montagem transita entre poesia\, ficção e documentário para revisitar a trajetória de uma mulher que fez da moda linguagem de protesto: estilista de projeção internacional\, Zuzu transformou sua carreira em trincheira após o sequestro\, tortura e assassinato de seu filho Stuart\, militante do MR-8\, em 1971. Por cinco anos\, buscou o corpo do filho e denunciou publicamente as circunstâncias de sua morte — até ser ela própria eliminada pelo Estado. \nA encenação articula projeções de vídeo\, intervenções de luz e som e diferentes planos narrativos — do biográfico ao poético — para compor uma dramaturgia de grande densidade histórica e afetiva. Um dos elos com Salvador aparece na própria narrativa: foi na cidade que Zuzu viveu por um período e deu à luz a Stuart\, que nasceu soteropolitano. \nO processo de criação começou em 2017 na UFBA\, dentro do curso de Direção Teatral\, e passou por diferentes formatos ao longo dos anos. Para a estreia em 2026\, a dramaturgia foi inteiramente reescrita\, e o texto ganha publicação em livro pela Alameda Editorial\, com lançamento previsto para abril. O projeto foi contemplado pelo edital Chamadão das Artes Cênicas\, com recursos da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura de Salvador. \nDurante a temporada\, duas sessões mediadas acontecem nas sextas-feiras 17 e 24 de abril\, às 14h30\, com entrada gratuita para alunos\, professores e funcionários da rede pública municipal e para pessoas com deficiência auditiva ou visual. As sessões contam com audiodescrição e Libras\, e são seguidas de bate-papo com o público sobre democracia e memória. \nServiço\n“Eu\, Zuzu Angel\, agora milito”\nLocal: Teatro Martim Gonçalves — Canela\, Salvador\, BA\nTemporada: 15 a 26 de abril de 2026\nQuintas e sextas: 19h | Sábados: 16h e 19h | Domingos: 16h\nIngressos: R$ 50\,00 (inteira) e R$ 25\,00 (meia) — assinantes do Clube Correio têm 40% de desconto\nCompra online: https://bit.ly/4bVz1Q3 | Bilheteria: uma hora antes de cada sessão \nSessões mediadas (gratuitas):\n17 e 24 de abril\, às 14h30 — com audiodescrição e Libras\nPúblico-alvo: alunos\, professores e funcionários da rede pública municipal; pessoas com deficiência auditiva ou visual
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SUMMARY:Coletivo DUO apresenta “MacbethRicardoIII”
DESCRIPTION:O Coletivo DUO chega a abril com uma programação dupla no Teatro SESC-SENAC Pelourinho\, em Salvador. O grupo baiano\, com 16 anos de trajetória\, coloca em cena dois espetáculos de seu repertório: o adulto MacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania e o infanto-juvenil Em Busca da Ilha Desconhecida\, em sessões distribuídas pelos fins de semana do mês. \nPremiado pelo FUNARTE de Estímulo ao Teatro 2022\, MacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania propõe um encontro inusitado entre duas das figuras mais emblemáticas de Shakespeare: Macbeth e Ricardo III. No palco\, os dois tiranos se enfrentam em um espaço atemporal\, expondo a lógica que sustenta sistemas de dominação — e revelando que\, por trás de discursos distintos\, os métodos para conquistar e manter o poder são perturbadoramente parecidos. Com dramaturgia inédita de Paulo Atto\, encenação de Rino Carvalho e trilha sonora de Luciano Bahia\, o espetáculo é interpretado por Israel Barretto e Saulus Castro — ambos integrantes do DUO — e funciona como um espelho incômodo da política contemporânea\, convidando o público a refletir sobre os limites éticos do poder\, a banalização da violência e os rastros deixados por projetos autoritários. As sessões acontecem nos dias 10 e 17 de abril\, às 19h30. \nCom 10 espetáculos no repertório e atuação em cidades por todo o estado\, o Coletivo DUO é referência em pesquisa cênica na Bahia\, articulando arte\, educação e formação por meio de projetos como o Festival Solos de Teatro da Bahia e o Cabriola: mediação cultural jovens espectadores. \n  \nSERVIÇO \nMacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania \nDias: 10 e 17 de abril | Horário: 19h30 \nClassificação: 18 anos \nLocal: Teatro SESC-SENAC Pelourinho — Salvador/BA \nIngressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada) \nVenda: Bilheteria do SESC-SENAC Pelourinho
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SUMMARY:Além do Arco-Íris": comédia musical
DESCRIPTION:“Além do Arco-Íris”: comédia musical sobre infância LGBTQIAPN+ chega ao Teatro SESI Rio Vermelho em abril\nCom sessões de 10 a 26 de abril\, espetáculo mistura humor\, música e videomapping para falar sobre pertencimento\, memória afetiva e diversidade na infância \nSalvador recebe em abril o espetáculo “Além do Arco-Íris”\, comédia musical que aborda as experiências de crianças LGBTQIAPN+ com sensibilidade\, humor e uma trilha sonora repleta de referências nostálgicas. A temporada acontece no Teatro SESI Rio Vermelho entre os dias 10 e 26 de abril\, com sessões de sexta a domingo às 20h e uma sessão extra aos sábados\, às 17h. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.\nA história se passa no quarto do pequeno Mike\, onde a imaginação se torna um refúgio diante das pressões sociais da infância. Com recursos de videomapping e uma curadoria musical que percorre dos anos 1950 até os anos 2000 — incluindo referências a programas como o da Xuxa —\, o protagonista se transforma no apresentador de seu próprio programa de TV\, no qual memórias e vivências ganham forma de atrações. \nMergulho nas memórias\nO ator Marcos Barretto\, responsável por dar vida a Mike\, vê na peça um reencontro com sua própria infância nos anos 90. Para ele\, o espetáculo chega num momento em que crianças LGBTQIAPN+ já contam com referências que validam sua existência — algo que não existia nas décadas anteriores\, quando a visibilidade da comunidade se resumia frequentemente ao lugar do riso e da ridicularização.\nA narrativa não poupa as contradições do ambiente familiar: uma das personagens centrais é uma mãe que\, ao tentar proteger o filho de um mundo intolerante\, acaba por feri-lo. A cena ressoa com histórias reais de muitas famílias e é um dos pontos mais tocantes da montagem. \nReflexão para todas as gerações\nO autor e diretor Cláudio Simões construiu o espetáculo como uma experiência coletiva de memória e empatia. A seleção das canções foi pensada para que o público de diferentes idades encontre algum ponto de reconexão com sua própria infância ao longo da peça. Mais do que entretenimento\, a proposta é ampliar o debate sobre homofobia e sobre as projeções que a sociedade impõe desde cedo sobre as crianças.\n“Além do Arco-Íris” é uma realização da Multi Planejamento Cultural\, com patrocínio via Programa de Isenção Fiscal Viva Cultura – Salvador\, da Prefeitura de Salvador\, SEFAZ\, SECULT e Fundação Gregório de Mattos (FGM). \nSERVIÇO\nEspetáculo “Além do Arco-Íris”\nLocal: Teatro SESI Rio Vermelho\nDatas: 10\, 11\, 12\, 17\, 18\, 19\, 24\, 25 e 26 de abril (sextas a domingos; dia 10 com sessão especial para convidados)\nHorários: Sextas a domingos às 20h | Sábados também às 17h\nIngressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada)\nVendas: https://linkme.bio/alemdoarcoiris
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SUMMARY:Coletivo DUO apresenta “Em Busca da Ilha Desconhecida”
DESCRIPTION:O Coletivo DUO chega a abril com uma programação dupla no Teatro SESC-SENAC Pelourinho\, em Salvador. O grupo baiano\, com 16 anos de trajetória\, coloca em cena dois espetáculos de seu repertório: o adulto MacbethRicardoIII – Um Tratado de Vilania e o infanto-juvenil Em Busca da Ilha Desconhecida\, em sessões distribuídas pelos fins de semana do mês. \nEm Busca da Ilha Desconhecida chega comemorando uma década desde sua estreia — que aconteceu\, coincidentemente\, no mesmo Teatro SESC-SENAC Pelourinho. Baseado na obra homônima de José Saramago\, o espetáculo narra a jornada de um Homem e uma Mulher que\, superando obstáculos\, persistem em encontrar uma ilha ainda inexplorada. A montagem\, com encenação\, dramaturgia\, direção musical e composições de Saulus Castro e figurinos de Rino Carvalho\, tem no elenco Saulus Castro\, Israel Barretto\, Nina Andrade e João Vitor Sobral. A proposta une o lirismo de Saramago à cultura popular baiana — com referências do cancioneiro e das manifestações de rua do estado —\, entregando uma experiência lúdica e visualmente rica sobre afeto e persistência. As sessões são nos dias 11 e 18 de abril\, às 16h\, com classificação livre a partir de 6 anos. \nCom 10 espetáculos no repertório e atuação em cidades por todo o estado\, o Coletivo DUO é referência em pesquisa cênica na Bahia\, articulando arte\, educação e formação por meio de projetos como o Festival Solos de Teatro da Bahia e o Cabriola: mediação cultural jovens espectadores. \n  \nSERVIÇO \nEm Busca da Ilha Desconhecida\nDias: 11 e 18 de abril | Horário: 16h\nClassificação: Livre (indicado a partir de 6 anos)\nLocal: Teatro SESC-SENAC Pelourinho — Salvador/BA\nIngressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia-entrada)\nVenda: Bilheteria do SESC-SENAC Pelourinho
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SUMMARY:"Eu\, Zuzu Angel\, agora milito" estreia no Teatro
DESCRIPTION:Martim Gonçalves 50 anos após a morte da estilista assassinada pela Ditadura Militar\nEspetáculo com direção de Sophia Colleti e atuação de Vivianne Laert tem temporada de 15 a 26 de abril em Salvador\, cidade onde Zuzu viveu e deu à luz seu filho Stuart \nCinquenta anos após a morte de Zuleika Angel Jones — a Zuzu Angel —\, assassinada por agentes do regime militar em 14 de abril de 1976\, o Teatro Martim Gonçalves recebe a estreia do espetáculo “Eu\, Zuzu Angel\, agora milito”. A temporada vai de 15 a 26 de abril\, data escolhida intencionalmente: no dia 15\, há exatamente meio século\, realizava-se o funeral da estilista. \nCom dramaturgia e direção de Sophia Colleti — que também atua na peça —\, o espetáculo tem como protagonista a atriz Vivianne Laert no papel de Zuzu\, contracenando com Mano Leone\, que interpreta Stuart e outros personagens masculinos. A montagem transita entre poesia\, ficção e documentário para revisitar a trajetória de uma mulher que fez da moda linguagem de protesto: estilista de projeção internacional\, Zuzu transformou sua carreira em trincheira após o sequestro\, tortura e assassinato de seu filho Stuart\, militante do MR-8\, em 1971. Por cinco anos\, buscou o corpo do filho e denunciou publicamente as circunstâncias de sua morte — até ser ela própria eliminada pelo Estado. \nA encenação articula projeções de vídeo\, intervenções de luz e som e diferentes planos narrativos — do biográfico ao poético — para compor uma dramaturgia de grande densidade histórica e afetiva. Um dos elos com Salvador aparece na própria narrativa: foi na cidade que Zuzu viveu por um período e deu à luz a Stuart\, que nasceu soteropolitano. \nO processo de criação começou em 2017 na UFBA\, dentro do curso de Direção Teatral\, e passou por diferentes formatos ao longo dos anos. Para a estreia em 2026\, a dramaturgia foi inteiramente reescrita\, e o texto ganha publicação em livro pela Alameda Editorial\, com lançamento previsto para abril. O projeto foi contemplado pelo edital Chamadão das Artes Cênicas\, com recursos da Fundação Gregório de Mattos\, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura de Salvador. \nDurante a temporada\, duas sessões mediadas acontecem nas sextas-feiras 17 e 24 de abril\, às 14h30\, com entrada gratuita para alunos\, professores e funcionários da rede pública municipal e para pessoas com deficiência auditiva ou visual. As sessões contam com audiodescrição e Libras\, e são seguidas de bate-papo com o público sobre democracia e memória. \nServiço\n“Eu\, Zuzu Angel\, agora milito”\nLocal: Teatro Martim Gonçalves — Canela\, Salvador\, BA\nTemporada: 15 a 26 de abril de 2026\nQuintas e sextas: 19h | Sábados: 16h e 19h | Domingos: 16h\nIngressos: R$ 50\,00 (inteira) e R$ 25\,00 (meia) — assinantes do Clube Correio têm 40% de desconto\nCompra online: https://bit.ly/4bVz1Q3 | Bilheteria: uma hora antes de cada sessão \nSessões mediadas (gratuitas):\n17 e 24 de abril\, às 14h30 — com audiodescrição e Libras\nPúblico-alvo: alunos\, professores e funcionários da rede pública municipal; pessoas com deficiência auditiva ou visual
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SUMMARY:Além do Arco-Íris": comédia musical
DESCRIPTION:“Além do Arco-Íris”: comédia musical sobre infância LGBTQIAPN+ chega ao Teatro SESI Rio Vermelho em abril\nCom sessões de 10 a 26 de abril\, espetáculo mistura humor\, música e videomapping para falar sobre pertencimento\, memória afetiva e diversidade na infância \nSalvador recebe em abril o espetáculo “Além do Arco-Íris”\, comédia musical que aborda as experiências de crianças LGBTQIAPN+ com sensibilidade\, humor e uma trilha sonora repleta de referências nostálgicas. A temporada acontece no Teatro SESI Rio Vermelho entre os dias 10 e 26 de abril\, com sessões de sexta a domingo às 20h e uma sessão extra aos sábados\, às 17h. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.\nA história se passa no quarto do pequeno Mike\, onde a imaginação se torna um refúgio diante das pressões sociais da infância. Com recursos de videomapping e uma curadoria musical que percorre dos anos 1950 até os anos 2000 — incluindo referências a programas como o da Xuxa —\, o protagonista se transforma no apresentador de seu próprio programa de TV\, no qual memórias e vivências ganham forma de atrações. \nMergulho nas memórias\nO ator Marcos Barretto\, responsável por dar vida a Mike\, vê na peça um reencontro com sua própria infância nos anos 90. Para ele\, o espetáculo chega num momento em que crianças LGBTQIAPN+ já contam com referências que validam sua existência — algo que não existia nas décadas anteriores\, quando a visibilidade da comunidade se resumia frequentemente ao lugar do riso e da ridicularização.\nA narrativa não poupa as contradições do ambiente familiar: uma das personagens centrais é uma mãe que\, ao tentar proteger o filho de um mundo intolerante\, acaba por feri-lo. A cena ressoa com histórias reais de muitas famílias e é um dos pontos mais tocantes da montagem. \nReflexão para todas as gerações\nO autor e diretor Cláudio Simões construiu o espetáculo como uma experiência coletiva de memória e empatia. A seleção das canções foi pensada para que o público de diferentes idades encontre algum ponto de reconexão com sua própria infância ao longo da peça. Mais do que entretenimento\, a proposta é ampliar o debate sobre homofobia e sobre as projeções que a sociedade impõe desde cedo sobre as crianças.\n“Além do Arco-Íris” é uma realização da Multi Planejamento Cultural\, com patrocínio via Programa de Isenção Fiscal Viva Cultura – Salvador\, da Prefeitura de Salvador\, SEFAZ\, SECULT e Fundação Gregório de Mattos (FGM). \nSERVIÇO\nEspetáculo “Além do Arco-Íris”\nLocal: Teatro SESI Rio Vermelho\nDatas: 10\, 11\, 12\, 17\, 18\, 19\, 24\, 25 e 26 de abril (sextas a domingos; dia 10 com sessão especial para convidados)\nHorários: Sextas a domingos às 20h | Sábados também às 17h\nIngressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada)\nVendas: https://linkme.bio/alemdoarcoiris
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LOCATION:Teatro SESI Rio Vermelho\, R. Borges dos Reis\, 9 - Rio Vermelho\, Salvador\, Bahia\, 41950-600\, Brazil
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DESCRIPTION:Bando de Teatro Olodum apresenta espetáculo gratuito na CAIXA Cultural Salvador \nA CAIXA Cultural Salvador será palco de uma apresentação especial do Bando de Teatro Olodum no dia 25 de abril\, às 17h. O espetáculo marca o encerramento da Oficina Performance Negra\, projeto que\, desde janeiro\, promoveu a formação artística focada no protagonismo e na identidade afro-brasileira. \nO público poderá conferir o resultado de quatro meses de experimentações cênicas baseadas na metodologia do Bando\, que articula teatro\, dança\, música e memória. A performance é fruto de um processo de criação coletiva que utiliza o corpo e a ancestralidade como ferramentas narrativas fundamentais. \nFundado em 1990\, o Bando de Teatro Olodum é uma das companhias mais emblemáticas do Brasil\, dedicada à ampliação da presença negra nas artes cênicas e ao desenvolvimento de uma linguagem teatral fundamentada nas matrizes africanas. \nSERVIÇO\nEvento: Apresentação Performance Negra – Oficina do Bando de Teatro Olodum\nLocal: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes\, 57\, Centro\nData: 25 de abril (sábado)\nHorário: 17h (entrada por ordem de chegada a partir das 16h)\nClassificação: Livre\nEntrada: Gratuita (sujeita à lotação do espaço) \n(Foto: Black Rec)
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