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SUMMARY:"O que vem depois"
DESCRIPTION:A Cia. de Teatro da Casa apresenta “O que vem depois”\, comédia romântica estrelada por Viviane Laert e Rui Manthur\, com direção de Gordo Neto e texto de Sophia Colleti. A peça acompanha um casal recém-aposentado que enfrenta a chegada da terceira idade e o desejo de retomar a carreira artística\, abordando com humor temas como machismo\, etarismo e o amor pelos netos.\n\nDestaques do evento:\n\n· Elenco veterano com décadas de trajetória no teatro baiano\n· Direção de Gordo Neto e texto inédito de Sophia Colleti\n· Música ao vivo com Joker Guiguio\n· Sessões gratuitas com mediação cultural para escolas e projetos sociais\n· Parte do projeto Elos e Elãs\, apoiado pela Funarte\n\n\nServiço\nEvento: “O que vem depois”\nData: 07 a 09/08 e 14 a 16/08 de 2026\nHorário: sextas e sábados às 19h30; domingos às 17h\nLocal: Casa Preta Espaço de Cultura – R. Areal de Cima\, 07\, Dois de Julho\, Salvador/BA\nIngressos: R$ 20 (meia) | R$ 40 (inteira) – Sympla\nSessões gratuitas: agendamento para escolas\, faculdades e projetos sociais pelo telefone 71 98104-0940 (06 a 16/08)
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SUMMARY:O Céu da Língua com Gregorio Duvivier
DESCRIPTION:Após emocionar e divertir mais de 300 mil espectadores no Brasil e no exterior\, o espetáculo “O Céu da Língua”\, estrelado por Gregorio Duvivier\, chega a Salvador para duas apresentações especiais na Concha Acústica do Teatro Castro Alves\, nos dias 07 e 08 de agosto. A produção local em Salvador é da Marlucia Sie Produções. \nConsiderado um dos maiores sucessos recentes do teatro brasileiro\, o espetáculo já percorreu mais de 50 cidades em 10 países e consolidou-se como fenômeno de público e crítica. Gregorio Duvivier conquistou o Prêmio Bibi Ferreira 2025 de Melhor Ator pela montagem\, que também venceu o Prêmio do Humor RJ 2026 nas categorias Melhor Texto e Melhor Espetáculo\, além de acumular indicações ao Shell e APTR. \nEscrito por Gregorio Duvivier e Luciana Paes\, que também assina a direção\, “O Céu da Língua” é um monólogo que mistura humor\, poesia e reflexão sobre a língua portuguesa. Em cena\, Duvivier transforma palavras\, expressões populares\, memórias afetivas e situações cotidianas em uma experiência teatral divertida\, sensível e provocadora. \nCom forte presença do improviso e uma relação direta com a plateia\, o espetáculo convida o público a enxergar poesia nas pequenas coisas do cotidiano\, explorando temas como linguagem\, comunicação\, afetos e identidade cultural. A montagem conta ainda com trilha executada ao vivo pelo músico Pedro Aune\, cenografia de Dina Salem Levy e projeções visuais criadas por Theodora Duvivier. \nA passagem por Salvador integra a turnê nordestina do espetáculo\, que percorre importantes cidades da região entre julho e agosto. Na capital baiana\, as apresentações acontecem na Concha Acústica do Teatro Castro Alves\, um dos espaços culturais mais emblemáticos do país. \nSERVIÇO \nO Céu da Língua com Gregorio Duvivier\nQuando: 07 e 08 de agosto (sexta e sábado)\, às 19h\nOnde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves\nQuanto: R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia)\nClassificação indicativa: livre \nFoto: Raquel Pellicano
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SUMMARY:Peça: "A Vida é um Cabaré!
DESCRIPTION:A Companhia Baiana de Patifaria iniciou em grande estilo as comemorações de seus 40 anos de trajetória. A estreia de “A Vida é um Cabaré!”\, no último dia 31 de julho\, teve três apresentações com lotação esgotada e plateias entusiasmadas\, confirmando o carinho do público por um dos grupos mais longevos do teatro baiano. A curta temporada segue até 29 de agosto\, sempre às sextas e sábados\, às 20h\, no Teatro SESI Casa Branca\, na Cidade Baixa. A décima montagem da companhia combina irreverência\, números musicais\, humor inteligente e uma reflexão sobre a importância da arte em tempos de crise. Com dramaturgia de Vini Morais e Lelo Filho\, a trama se passa em Utopia\, onde o Teatro Pindorama está ameaçado de fechar. As irmãs Dalva e Dolores herdam o espaço e uma enorme dívida\, precisando superar rivalidades para salvá-lo. A peça mistura comédia de erros\, quiproquós e referências a “Cabaret” e “Chicago”\, construindo uma fábula sobre liberdade de expressão e resistência cultural. A direção é de Daniel Marques\, com elenco formado por Lelo Filho\, Rodrigo Villa\, Maurício Martins\, João Victor Sobral e Daniel Marques.\n\nDestaques do evento:\n\n· Temporada de sucesso com lotação esgotada na estreia\n· Direção de Daniel Marques\n· Dramaturgia de Vini Morais e Lelo Filho\n· Humor\, música e crítica social\n· Acessibilidade em todas as sessões (Libras e audiodescrição)\n· Classificação para maiores de 10 anos\n\nServiço:\n\n· Evento: “A Vida é um Cabaré!” – Companhia Baiana de Patifaria\n· Temporada: até 29 de agosto de 2026\n· Quando: sextas e sábados\, às 20h\n· Local: Teatro SESI Casa Branca – Sala Letieres Leite – Av. Caminho de Areia\, 1454 – Largo do Papagaio – Cidade Baixa\, Salvador/BA\n· Classificação: a partir de 10 anos\n· Ingressos: R$ 70 (inteira) | R$ 35 (meia) – Sympla\n· Acessibilidade: audiodescrição\, Libras em todas as sessões e acessibilidade arquitetônica\n· Realização: Companhia Baiana de Patifaria
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SUMMARY:"Mundo Suassuna" – 100 anos de Ariano
DESCRIPTION:Evento: “Mundo Suassuna” – 100 anos de Ariano\n\nData: 8\, 9\, 15 e 16 de agosto de 2026\n\nHorário: 15h e 18h (sábados e domingos)\n\nLocal: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes\, 57\, Centro\, Salvador/BA\n\nClassificação: a partir de 5 anos\n\nIngressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia) – Sympla (vendas a partir de 4 de agosto)\n\nEstacionamento: gratuito\, ao lado da CAIXA Cultural\n\n—\n\nResumo:\n\nA CAIXA Cultural Salvador apresenta o espetáculo “Mundo Suassuna”\, uma imersão no universo armorial do autor paraibano Ariano Suassuna\, voltada para o público infantojuvenil. Com direção e dramaturgia de Marcelo Romagnoli\, a montagem acompanha as aventuras de um príncipe em busca de seu reino e de sua coroa perdida\, enfrentando enigmas\, caveiras e uma onça malhada pelo sertão. O texto inédito\, reconhecido pela Família Suassuna\, reúne elementos da obra do escritor\, como o Romance d’A Pedra do Reino\, o circo\, a literatura de cordel e o Movimento Armorial. A encenação conta com desenhos\, gravuras\, bonecos e música executada com rabeca\, viola e percussão\, criando uma ponte entre a cultura ibérico-nordestina e as influências indígenas e negras da região.\n\nDestaques do evento:\n\n· Primeira montagem infantojuvenil reconhecida pela Família Suassuna\n· Direção e dramaturgia de Marcelo Romagnoli\n· Sessões aos sábados e domingos\, em dois horários\n· Ingressos a preços populares\n· Estacionamento gratuito1783
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SUMMARY:"Júlia Fetal e o Crime da Bala de Ouro"
DESCRIPTION:Em cartaz no Barracão das Artes\, no Forte do Barbalho\, nos sábados de julho (18 e 25) e agosto (1° e 08) o espetáculo “Júlia Fetal e o Crime da Bala de Ouro” resgata um dos casos mais chocantes do Brasil Império para provocar uma necessária reflexão sobre o feminicídio. Com 40 minutos de duração e classificação indicativa de 12 anos\, a montagem tem texto e direção de Adson Brito do Velho e propõe interação com a plateia\, que é convidada a opinar ao longo da encenação. \n\n\nA peça recria a história real de Júlia Clara Fetal\, jovem de 20 anos assassinada em 20 de abril de 1847\, em Salvador\, por seu noivo\, o professor João Estanislau da Silva Lisboa. O crime\, que entrou para a memória popular como “o crime da bala de ouro” — embora a perícia da época tenha confirmado projétil de chumbo — marcou a cidade como um dos episódios mais passionais do século XIX. O local da apresentação\, o Forte do Barbalho\, foi escolhido por sua forte dimensão histórica: ali\, João Estanislau cumpriu 14 anos de pena. \nCom elenco formado por Eobelle Rocha (Júlia Fetal)\, Alexandro Beltrão (João Estanislau)\, Orlita Cruz (Juliette Fetal)\, Sofia Bonfim (mucama) e o próprio Adson Brito do Velho\, a montagem acompanha do início das aulas de inglês na casa dos Fetal ao noivado\, revelando o cotidiano do casal e os surtos de ciúme que culminam na tragédia. A encenação dialoga com referências literárias e televisivas que já abordaram o caso — de Jorge Amado à novela Espelhos da Vida — e reforça o paralelo com a realidade contemporânea de violência contra a mulher. \nContexto histórico \nJúlia Clara Fetal (1827–1847) era filha do comerciante português João Batista Fetal e da francesa Juliette Fetal\, educada nos moldes europeus e reconhecida por suas habilidades artísticas. \nJoão Estanislau da Silva Lisboa (1819–1878)\, professor de inglês\, geografia e história\, foi julgado por júri em 28/09/1847. Cumpriu pena no Forte do Barbalho e\, anos depois\, mudou-se para Lisboa\, onde faleceu. \nObjetos ligados ao caso\, como a “bala” e mechas do cabelo de Júlia\, estão expostos no Museu Feminino da Bahia\, no Politeama. \nDireção e elenco \nA direção do espetáculo é assinada por Adson Brito do Velho\, professor\, escritor\, ator e diretor teatral com destacada atuação na cena cultural baiana. Autor de obras como Salvador Tem Muitas Histórias\, Quem Tem Medo da Mulher de Roxo? e Os 171 Bairros de Salvador e as Origens dos Seus Nomes\, Adson reúne uma sólida trajetória nos palcos\, dirigindo tanto textos de sua autoria quanto clássicos da dramaturgia nacional e internacional. Entre seus trabalhos estão A Vingança do Padre — que ganhará uma versão cinematográfica em 2026 —\, A Falecida\, de Nelson Rodrigues\, montada na Escola de Teatro da UFBA\, e A História do Zoológico\, de Edward Albee\, um dos marcos da dramaturgia norte-americana do século XX. \nO elenco reúne artistas com diferentes experiências no teatro\, cinema e televisão. Eobelle Rocha interpreta Júlia Fetal. Estudante de Jornalismo e Secretariado Executivo\, a atriz atuou recentemente em A Mulher de Roxo e Outras Histórias da Bahia\, dando vida à personagem Dama da Rua Chile. \nNo papel do Professor João Estanislau da Silva Lisboa\, está Alexandro Beltrão\, assistente social e ator com passagens por espetáculos como A Vingança do Padre\, A Mulher de Roxo e Outras Histórias da Bahia e A História do Zoológico. No cinema\, participou de COE – Comando de Operações Especiais\, ao lado das atrizes Neuza Borges e Narjara Turetta\, e\, na televisão\, interpretou Joaquim Bolo Doido na série Um Carnaval em Cada Esquina\, da TV Bandeirantes. \nA atriz Orlita Cruz dá vida a Juliette Fetal\, mãe de Júlia. Professora\, Orlita tem como trabalho mais recente o espetáculo Grease – A Hora é Agora e investe continuamente em sua formação artística\, realizando cursos de aperfeiçoamento também na Argentina\, em instituições como o Instituto de Artes Escénicas\, o Centro Cultural General San Martín e o Instituto de La Voz\, em Buenos Aires. \nCompletando o elenco\, Sofia Bonfim interpreta Leonor\, a Mucama da residência dos Fetal. Professora e escritora de livros infantis\, a atriz possui uma trajetória consolidada no teatro\, com participações em montagens como A Vingança do Padre\, Almas Acorrentadas e Como Não Amar Clarice Lispector\, entre outras produções. \nFICHA TÉCNICA \n·         Texto e direção: Adson Brito do Velho \n·         Elenco: Eobelle Rocha\, Alexandro Beltrão\, Orlita Cruz\, Sofia Bonfim e Adson Brito do Velho \n·         Cenário: Bhel Aguiar (EBA/UFBA) \n·         Figurino: Orlita Cruz e César Adolfo \n·         Iluminação: Fernando Konday \n·         Fotos e vídeos: Alisson Emanuel de Sousa \nSERVIÇO \n·         Espetáculo: “Júlia Fetal e o Crime da Bala de Ouro” \n·         Dias : Sábados de julho (18 e 25) e agosto (1° e 08) \n·         Local: Barracão das Artes – Forte do Barbalho (Rua Aristides Ático\, s/n\, Barbalho\, Salvador; próximo ao Colégio ICEIA) \n·         Horário: 19h (duração: 40 min) \n·         Classificação: 12 anos \n·         Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) \n·         Vendas: Bilheteria do local\, Sympla ou pelo WhatsApp 71 98631-3242
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SUMMARY:"ARROCHA – aceita esse musical que dói menos"
DESCRIPTION:Sucesso de público com todas as sessões esgotadas\, musical sobre arrocha ganha nova temporada em Salvador \nNa primeira temporada\, nomes importantes do gênero assistiram ao espetáculo\, como Nara Costa\, Márcio Moreno\, Asas do Brasil e Pablito \nDepois de esgotar todas as sessões em temporadas semanais entre março e maio\, o espetáculo “Arrocha — Aceita Esse Musical que Dói Menos” volta a cartaz em Salvador no dia 18 de julho\, às 19h\, no Teatro Módulo (Avenida Professor Magalhães Neto\, 1177\, Pituba). A temporada segue todos os sábados até o dia 29 de agosto\, ampliando o público de quase 5 mil espectadores que já assistiram à peça. Os ingressos estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/122370/d/393124/s/2593804. \nAlém de apostar na comédia para apresentar a história que se passa no bar “Rabo de Ouro” — local fictício inspirado no antigo bar tradicional de Salvador\, Língua de Prata — “Arrocha — Aceita Esse Musical que Dói Menos” prende o público pela trilha sonora e a memória afetiva de grandes clássicos do gênero. Realizado pela Toca Criações Artísticas (dos premiados “Chame Gente” e “Bululú”)\, o espetáculo reúne\, em cena\, Alan Miranda\, Cícero Locijá\, Danilo Cairo\, Mariana Borges e Talis Castro\, com um repertório que apresenta grandes sucessos de artistas como Pablo\, Nara Costa\, Márcio Moreno\, Silvano Salles\, Asas Livres\, entre outros hits do gênero. A novidade da temporada é que\, em duas apresentações\, o diretor do espetáculo\, Edvard Passos\, entra em cena como o personagem Hércules. \nA história gira em torno do bar que\, na trama\, promoveu grandes encontros no surgimento do Arrocha e que sempre esteve na trincheira do combate ao preconceito contra a chamada música brega. Bené\, dono do Rabo de Ouro\, recebe a visita de dois amigos\, Hércules e Mosquito. A partir desse encontro inusitado\, uma sequência de histórias surpreendentes é revelada na mesa do bar envolvendo outros personagens\, tendo como eixo temático a vulnerabilidade de todas as pessoas. \n“É uma alegria muito grande voltar com o Arrocha neste segundo semestre. Tivemos um primeiro semestre de muito sucesso. Acreditamos muito no espetáculo\, mas fomos\, ainda assim\, surpreendidos com o retorno de um público apaixonado por ele. Temos testemunhos de pessoas que já assistiram ao espetáculo cinco\, seis vezes ao longo da primeira temporada. E isso é muito significativo”\, conta Danilo Cairo\, que vê a comédia como um espaço para falar de temas como as relações tóxicas\, a masculinidade tóxica e as formas como as relações afetivas têm se estabelecido. \nO espetáculo tem texto assinado por Alan Miranda e Edvard Passos\, com a direção musical de Luciano Salvador Bahia\, coreografias de Marilza Oliveira\, preparação vocal de Marcelo Jardim\, cenografia de Edy Ribeiro\, figurinos e adereços de Agamenon de Abreu e iluminação de Allison de Sá. A direção musical de Luciano Salvador Bahia recria os arranjos originais dos clássicos do Arrocha que serão cantados ao vivo pelos atores através de números musicais. No repertório constam hits como “Melô do Arrocha”\, “Vingança do Amor”\, “Locutor”\,  “Nível de Carência”\, entre outros. \nEsta realização faz parte das celebrações dos 18 anos do Toca Criações Artísticas\, idealizado por Danilo Cairo como um território de criação coletiva e produção cultural multilinguagem que surgiu a partir do encontro de jovens atores\, de origens e formações distintas\, na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia em 2006. Em 2008 o coletivo se consolidou profissionalmente com a estreia do espetáculo musical “Atire a Primeira Pedra” e vem desenvolvendo um trabalho contínuo de formação\, pesquisa\, criação e produção cultural vinculado ao treinamento e capacitação dos artistas\, realizando espetáculos\, mostras de cenas artísticas\, oficinas\, seminários\, workshops\, performances\, shows e documentários. \nSERVIÇO \n“ARROCHA – aceita esse musical que dói menos”\nLocal: Teatro Módulo (Avenida Professor Magalhães Neto\, 1177) \nDatas: 18 de julho a 29 de agosto\, sábados\, às 19h\nIngressos: R$60\,00 (inteira) e R$30\,00 (meia)\nClassificação: 16 anos \nIngressos na bilheteria e no Sympla — https://bileto.sympla.com.br/event/122370.
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LOCATION:Teatro Módulo\, Av. Prof. Magalhães Neto\, 1177\, Salvador\, Bahia\, 41810-011\, Brazil
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