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SUMMARY:ANAVITÓRIA - Claraboia
DESCRIPTION:O duo ANAVITÓRIA apresenta o show da nova turnê “Claraboia” em uma face mais íntima\, orgânica e experimental de sua trajetória.Irmão complementar de “Esquinas”\, projeto anterior de caráter mais urbano e pop\, “Claraboia” surge como a face bucólica\, caseira e direta. \nA ideia nasceu ainda em 2022\, durante uma experiência artística em Los Angeles\, quando a dupla concebeu a possibilidade de dois discos distintos e complementares — como definiram\, “diferentes\, mas irmãos”. Gravado em imersão em uma casa em Paranapanema\, interior de São Paulo\, o álbum foi construído a partir da experiência compartilhada entre artistas e equipe. “É um disco de fragmentos de coisas\, ideias não terminadas\, um grande bloco de notas\, coisas que eu achei que nunca iriam ser escutadas”\, afirmou Ana Caetano. \nCom instrumentação baseada principalmente em violão\, piano e discretos elementos eletrônicos\, o disco privilegia a simplicidade e a atmosfera. Pela primeira vez\, as vozes aparecem inteiramente em uníssono\, sem aberturas\, em interpretações que soam próximas\, quase sussurradas. Vitória reforça que o disco não tem cara dos discos antigos\, da vida antiga. Ao contrário\, “ele nos traz para o lugar mais cru e sincero. A canção pela canção”. \nEntre as 20 faixas do álbum\, destacam-se “Rua dos Abacateiros”\, que abre o disco em tom de inventário de memórias\, “Olhar Pra Você”\, parceria com Bruno Berle\, que evidencia a aproximação da dupla com uma estética mais alternativa\, e “Paranapanema”\, composta durante o período de imersão na cidade-título e que amarra o registro da experiência vivida\, em tempo real.A presença de participações\, de Rubel e Bruno Berle\, e a valorização do processo reforçam o caráter artesanal do projeto. “Claraboia” reafirma a autonomia criativa da dupla e representa uma postura artística de resistência em meio às pressões do universo pop. \nServiço\nANAVITÓRIA – Claraboia\nQuando: 12 de julho (domingo)\, às 19h\nOnde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves\nQuanto: R$ 240 (inteira) e R$ 120 (meia)\nClassificação indicativa: 16 anos. \nImagem: Divulgação
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SUMMARY:Geraldo Azevedo - Oitentação
DESCRIPTION:Depois de celebrar 80 anos em 2025 com a turnê “Oitentação”\, Geraldo Azevedo anuncia\, em 2026\, a segunda etapa da circulação do espetáculo que marca essa data histórica em sua trajetória. Em Salvador\, o show acontece no dia 17 de julho\, às 19h\, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. \nAo lado de sua banda\, o cantor e compositor pernambucano volta à estrada para uma última série de apresentações especiais\, revisitando grandes clássicos de sua carreira e celebrando mais de cinco décadas dedicadas à música. No repertório dos shows\, Geraldo Azevedo passeia por canções emblemáticas. \nSucessos como “Caravana” (Geraldo e Alceu Valença)\, “Dia Branco” (Geraldo Azevedo e Renato Rocha)\, “Moça Bonita” (Geraldo Azevedo e Capinan)\, “Táxi Lunar” (Geraldo Azevedo\, Zé Ramalho e Alceu Valença) e “Bicho de 7 Cabeças” (Geraldo Azevedo\, Zé Ramalho e Renato Rocha) estão garantidos nos setlists. Uma nova oportunidade de viver\, ao vivo\, o espetáculo que celebrou os 80 anos de um dos maiores nomes da música brasileira. \nServiço\nGeraldo Azevedo – Oitentação\nQuando: 17 de julho (sexta-feira)\, às 19h\nOnde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves\nIngresso: Bilheteria do Teatro Castro Alves  e Sympla
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SUMMARY:Baile do Magal - Sidney Magal
DESCRIPTION:Ícone popular que atravessou gerações\, Sidney Magal escolheu Salvador para iniciar o ciclo de comemorações pelos seus 60 anos de carreira. No dia 18 de julho (sábado)\, na Concha Acústica do TCA\, um dos palcos mais emblemáticos do país\, o espetáculo “Baile do Magal” celebra a trajetória única desse artista teatral\, latino\, intenso e performático\, que construiu uma história única na música popular brasileira. \nShow dos mais celebrados da música brasileira\, o “Baile do Magal” homenageia as seis décadas de sucessos do cantor e a opção por Salvador não foi casual. Magal mora na cidade desde 1997\, sua esposa é baiana\, e a relação do artista com a Bahia atravessa décadas de história e afeto. Voltar à Concha Acústica para celebrar este marco é\, para ele\, um reencontro com a cidade que escolheu como lar. \n“Salvador é minha casa. Não há lugar mais justo para celebrar 60 anos do que aqui\, neste palco\, com este público”\, afirma o artista que\, ao misturar disco music\, romantismo e música cigana\, conquistou um público fiel atraído pela sua pela irreverência\, deboche carinhoso e liberdade estética que representa. \nUma noite com convidados especiais – Para homenagear a trajetória de uma dos maiores showmans do Brasil\, o espetáculo contará com as participações especiais de Carlinhos Brown\, Zeca Baleiro\, Sandra de Sá e Gilmelândia\, nomes que representam diferentes linguagens\, gerações e sotaques da música brasileira. Juntos\, os convidados irão cantar com o anfitrião numa celebração musical que une afeto\, dança\, brasilidade e memória popular. \nAlém de grandes sucessos como “Sandra Rosa Madalena”\, “Meu Sangue Ferve por Você”\, “Me Chama Que Eu Vou”\, o Baile do Magal apresenta um repertório exclusivo de grandes sucessos nacionais e internacionais para fazer todo mundo dançar. O clima festivo é mais que esperado quando se celebra a trajetória de um artista que transformou movimento\, figurino\, gestos e emoções em marca registrada. \nFenômeno popular – A trajetória artística de Sidney Magal começou nos anos 60\, quando\, muito jovem\, participou de programas de rádio e televisão\, em experiências como calouro\, iniciando uma formação musical que passou pelo canto lírico e pela música erudita. Antes de se tornar um fenômeno popular\, Magal construiu uma base artística ampla\, marcada por disciplina\, figurinos exuberantes e uma relação precoce com os palcos e os microfones. \nSua canção de maior sucesso\, “Sandra Rosa Madalena (A Cigana)”\, foi incansavelmente executada em programas como de Silvio Santos e Chacrinha entre o final dos anos 70 e início dos anos 80. Um dos pontos altos de sua popularidade foi no início dos anos 90\, com a efêmera explosão da lambada\, quando se tornou um dos maiores ícones desta época\, explodindo com a música “Me Chama Que Eu Vou”\, que foi inclusive tema de novela Rainha da Sucata da Rede Globo. \nUnindo música latina\, romantismo\, dança\, teatralidade e uma presença de palco absolutamente singular\, Magal também trabalhou no cinema\, estrelando o filme Amante Latino\, em que interpretava a si próprio. Ao longo das décadas seguintes\, Magal seguiu renovando sua relação com o público\, atravessando gerações sem perder a essência que o tornou um dos artistas mais carismáticos do Brasil\, sempre presente no imaginário afetivo\, popular e festivo do país. \nServiço\nBaile do Magal\nQuando: 18 de julho (sábado)\, às 19h\nOnde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves\nQuanto:\n1º lote: R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia)\n2º lote: R$ 240 (inteira) e R$ 120 (meia)\n3º lote: R$ 260 (inteira) e R$ 130 (meia)\nClassificação indicativa: 18 anos\nVendas: Bilheteria do Teatro Castro Alves e no site da Sympla (www.sympla.com.br). \nFoto: Divulgação
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