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SUMMARY:Um quadro com moléculas de oxigênio
DESCRIPTION:Um quadro com moléculas de oxigênio é encontro\, respiração e celebração. No palco\, Carlos Barros e Lincoln Aguiar unem teatro e música para provocar estados sensíveis\, críticos e dionisíacos\, a partir da canção brasileira e de suas múltiplas possibilidades de reinvenção. Entre a trova e a cena\, a arte surge como ação\, intervenção e transformação. \nO espetáculo mergulha em composições de uma geração recente da música brasileira que vem desconstruindo padrões e dialogando intensamente com autores referenciais da produção musical do Nordeste — território simbólico que ferve como brasa\, aquece corações e redesenha possíveis Brasis. É dessa ebulição que nascem as canções\, os gestos e os afetos que atravessam o show. \nAcompanhados pelos músicos Tik (guitarra) e Nelson Pena (percussão)\, os artistas evocam brincantes que não apenas transitam\, mas imergem nesse universo sonoro e poético\, trazendo literalmente para a cena um “quadro com moléculas de oxigênio”: metáfora viva de respiro\, presença e comunhão. O espetáculo conta ainda com as participações especiais da cantora e atriz Sandra Simões e da bailarina e cantora Lúrian Sodré\, ampliando a experiência sensorial e cênica. \nO repertório costura diferentes tempos\, estéticas e vozes da música brasileira\, passando por canções como “Proposta para um estado crítico” (Isadora Melo)\, “Bienal” e “Forró de Ilusão” (Zeca Baleiro)\, “Embrulho” (Juliana Linhares/Chico César)\, “Pavão Mysteriozo” (Ednardo)\, “SOS / Ouro de Tolo” (Raul Seixas)\, “Lenda do Pégaso” (Jorge Mautner/Moraes Moreira) e “Tem que Acontecer” (Sérgio Sampaio). \nO roteiro musical inclui ainda “Amor pra Dar” (Chico Chico)\, “Samba do Approach” (Zeca Baleiro)\, “Santo de Barro” (Sandra Simões)\, “Barraqueira” (Manuela Rodrigues)\, “Temquitê” (Demarca/Renato Frazão)\, além das composições autorais de Lincoln Aguiar — “Jogue para Ver” e “Florirá”. Completam o percurso canções como “Hei! Man” (Marco Polo)\, “Tô Sem Você” (Kinho Compositor)\, “Rock do Ofício” (Everaldo Norões/Geraldo Maia)\, “Expedito” (Yantó)\, “Cuidar do Olhar” (Ana Barroso)\, “A Mão Inteira” (Juliana Linhares/Elísio Freitas)\, “Antes de você chegar” (Almério e Ceumar) e o encontro emblemático entre “Jack Soul Brasileiro” (Lenine) e “Língua” (Caetano Veloso). \n“Vamos respirar!” é convite e manifesto. Um chamado para desanuviar\, escutar\, olhar e sentir — através de um repertório que atravessa canções\, corpos e sentidos\, em permanente estado de invenção. \nSERVIÇO\nO QUÊ: Show Um quadro com moléculas de oxigênio\nQUEM: Carlos Barros e Lincoln Aguiar\n(Guitarra: Tik | Percussão: Nelson Pena)\nQUANDO: Sábado\, 17 de janeiro\, às 17h\nONDE: Teatro Gamboa Nova\nQUANTO: R$ 50\,00 (inteira) | R$ 25\,00 (meia)\nIngressos à venda no Sympla e na bilheteria do teatro. \nAssessoria de Imprensa – Doris Pinheiro – 71 98896-5016
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CATEGORIES:Música,Teatro
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SUMMARY:Gostava Mais dos Pais
DESCRIPTION:Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho apresentam espetáculo “Gostava mais dos pais” em Salvador \nEmbora o humor corra nas veias de Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho\, carregar o DNA de dois ícones da comédia brasileira – Chico Anysio e Lucio Mauro.- e ainda seguir a mesma profissão não é algo trivial. Esse é o fio condutor do espetáculo “Gostava mais dos pais”\, que após sucesso fenomenal desembarca para uma curtíssima temporada no Teatro SESC Casa do Comércio\, nos dias 29\, 30 e 31 de janeiro e 01 de fevereiro. \nNo espetáculo\, os atores interpretam cerca de dez personagens e várias versões de si mesmos numa série de esquetes que entrecruzam as suas histórias de vida com temas contemporâneos\, como as barreiras impostas ao humor e a dificuldade de encontrar os seus lugares na era digital\, a cultura do cancelamento\, a instantaneidade das viralizações e as fake news. \n“Esse espetáculo é\, antes de tudo\, a celebração da grande amizade que nossos pais passaram para nós. Nossas trajetórias se entrelaçaram por conta própria\, repetindo uma feliz parceria deles\, mas do nosso jeito\, no nosso tempo”\, resume Lucio. \n“Na peça nós os usamos para falar sobre a passagem do tempo e a tentativa de entender o nosso lugar nesse mundo novo”\, completa Bruno. \n  \n\nServiço \nData: 29 de janeiro a 01 de fevereiro\nLocal: Teatro Sesc Casa do Comércio (Av. Tancredo Neves\, 1109\, Caminho das Árvores)\nEntrada: Ingressos no Sympla
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SUMMARY:Aleluia – Frank Menezes
DESCRIPTION:O Espetáculo solo “Aleluia”\, de Frank Menezes\, retorna em temporada misturando comédia rasgada e uma dose de insanidade doméstica intensa. \nDepois de três temporadas de sucesso\, Frank Menezes retorna aos palcos do Teatro Molière\, em Salvador\, com seu espetáculo solo “Aleluia”\, que mistura comédia rasgada com uma dose generosa de insanidade doméstica. Aos sábados\, de 10 de janeiro a 07 de fevereiro\, às 20h\, com ingressos a R$ 60\,00 inteira e R$ 30\,00 meia. \nDirigida por Marcelo Praddo\, com texto de Márcio Azevedo e Ricky Hiraoka\, a peça é um monólogo explosivo que dá voz\, finalmente\, a uma mulher invisibilizada até por sua própria família. \nIgnorada pelo marido\, tratada como empregada pela filha e exaurida por uma rotina sem reconhecimento\, Aleluia se desdobra para manter uma casa funcionando. Vive rodeada de figuras que beiram o absurdo: a sogra Dona Matusalém\, que só se comunica através das palavras “líquido” e “sólido”; a melhor amiga Mamute\, comilona compulsiva e o ator pornô por quem Aleluia é secretamente apaixonada. \nTudo segue seu curso até que\, numa confusão de Natal envolvendo uma explosão doméstica e a possível morte da sogra\, Aleluia decide: “Vou me entregar!”. O espetáculo\, então\, se desenrola no ambiente mais improvável para uma catarse: a delegacia. Lá\, ela conta sua vida inteira pela primeira vez — do parto (em que o médico gritou “Aleluia!” ao ver que ela era a cara do pai) ao casamento com Jorge Almiro e o nascimento da filha Tininha (“feia\, feia\, feia… mas minha”). \nAleluia é o espelho cômico da nossa realidade \nMais do que fazer rir\, Aleluia revela uma crítica ácida e bem-humorada ao lugar das mulheres que se dedicam integralmente à família e à casa\, muitas vezes anuladas pelos próprios. Em tempos de debates sobre o feminino\, gênero e papel social\, Aleluia ressurge como uma anti-heroína que diz o que pensa — e vive o que não devia. \n“Ela é um espelho distorcido\, mas possível”\, diz Márcio Azevedo. “Aquela parente que está sempre ali e que só percebemos quando some.” \nAleluia é daquelas peças que você sai repetindo frases\, rindo sozinho no carro e\, de repente\, lembrando da sua tia que também escondia perfumes. Uma comédia escandalosamente verdadeira\, com aquele tempero baiano e um toque de insanidade que só Frank Menezes sabe temperar. \nFicha Técnica \n\nAtuação – Frank Menezes\nDireção – Marcelo Praddo\nTexto – Márcio Azevedo e Ricky Hiraoka\nDireção de produção – Selma Santos\nFigurino – Maurício Martins\nCenografia – Maurício Pedrosa\nIluminação – Luciano Reis\nTrilha sonora – Luciano Bahia\nDireção de movimento – Bárbara Barbará\nFotografia – Edivalma Santana\nDesign gráfico – Belmiro Neto & Pat Simplício\nOperação de luz – Ronildo Bandeira\nOperação de som – Gilberto Reys\n\nServiço \n\nEspetáculo: Aleluia\, com Frank Menezes\nLocal: Teatro Molière – Aliança Francesa – Ladeira da Barra\nTemporada: 10/01 a 07/02\nQuando: Sempre aos sábados\, às 20h\nIngressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia)\nClassificação indicativa: 14 anos\nDuração: 80 minutos\n\nAssessoria de Imprensa – Doris Pinheiro – (71) 98896-5016
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