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Leia Mulheres Salvador – Maio

Encontro de Maio: Luciany Aparecida em pauta
📖 Livro do Mês: “Mata doce”, da escritora e pesquisadora baiana @lucianyaparecida.
📅 30 de maio de 2026
⏰ 14h30
📍 MAB – Museu de Arte da Bahia
🎟️ Evento gratuito e sem inscrição prévia
Sobre o livro
Vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria romance e finalista do Prêmio Jabuti, Mata doce é o primeiro romance da autora e narra os trágicos acontecimentos que cercam um pequeno vilarejo rural no interior da Bahia. Maria Teresa vive com suas mães num casarão antigo, cheio de histórias de seus antepassados, e no caminho diante da casa, passam personagens memoráveis: Mané da Gaita, músico e vendedor de doce, e sua cadela Chula; Lai, ex-prostituta e sua madrinha; os gêmeos Cícero e Antônio, filhos do dono da venda; Toni de Maximiliana, vaqueiro matador de gado, filho da sacerdotisa Mãe Maximiliana dos Santos; e Zezito, único filho homem de Luzia, e por quem Maria Teresa se apaixona e planeja se casar. Ao experimentar o vestido de noiva num sábado de festa, véspera do casamento, uma tragédia envolvendo um fazendeiro violento atinge Maria Teresa e muda sua vida para sempre. Narrando o drama que se torna central, ela vai pouco a pouco desvelando ao leitor os sentimentos mais profundos dos que habitam Mata Doce. Surgem então, numa delicada costura narrativa, antigas rixas familiares, segredos do passado, sentimentos clandestinos e muitos mistérios.
Sobre a autora
Luciany Aparecida nasceu em 1982 no Vale do Rio Jiquiriçá (BA). É doutora em Letras com pesquisas nas áreas de nação, imigração, memória e identidades. Além do romance “Mata Doce” (Alfaguara, 2023), destacamos Contos ordinários de melancolia (2017) e a peça “Joanna Mina” (2022), pelo paraLeLo13S, e os livros de poemas “Macala” (2022) e “Aziri” (2026), pelo Círculo de Poemas/Editora Fósforo.
Literatura também é movimento
Em um ano com a cidade fervendo de atividades culturais, shows, festas populares e programação intensa em museus e bibliotecas, o Leia Mulheres Salvador reforça que ler junto também é um ato coletivo, político e afetivo. Aqui no Bora, a gente acredita nisso. Cultura se fortalece quando circula, quando é compartilhada e quando cria encontros.
Se você estava procurando um empurrão para voltar a ler ou para ler acompanhada, bora chegar nessa roda.
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