{"id":1857,"date":"2026-03-08T22:40:26","date_gmt":"2026-03-09T01:40:26","guid":{"rendered":"https:\/\/boracultura.com.br\/?p=1857"},"modified":"2026-03-10T23:13:56","modified_gmt":"2026-03-11T02:13:56","slug":"documentario-terra-batida-estreia-no-panorama-celebrando-samba-capoeira-e-candomble","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/boracultura.com.br\/index.php\/2026\/03\/08\/documentario-terra-batida-estreia-no-panorama-celebrando-samba-capoeira-e-candomble\/","title":{"rendered":"Document\u00e1rio \u201cTerra Batida\u201d estreia no Panorama celebrando samba, capoeira e candombl\u00e9"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Ritmo, ritual e resist\u00eancia em um document\u00e1rio sobre a for\u00e7a vital do coletivo vai ser\u00a0lan\u00e7ado no XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema.<\/p>\n\n\n\n<p>TERRA BATIDA \u00e9 um document\u00e1rio brasileiro de 77 minutos, com roteiro e dire\u00e7\u00e3o de\u00a0Jon Lewis e produ\u00e7\u00e3o executiva de Sol Moraes, que mergulha nas linhagens r\u00edtmicas do\u00a0samba, da capoeira e do candombl\u00e9 como express\u00f5es vivas de ancestralidade,\u00a0resist\u00eancia e sentido de exist\u00eancia. Mais do que manifesta\u00e7\u00f5es culturais, esses rituais\u00a0se revelam como tecnologias de sobreviv\u00eancia simb\u00f3lica, capazes de atravessar o\u00a0tempo e se atualizar a cada toque de m\u00e3o, a cada pisada de p\u00e9 no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB16-Mestre-Rene-Juulian-Ribeiro-Taata-Muta-Ime-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1858\" srcset=\"https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB16-Mestre-Rene-Juulian-Ribeiro-Taata-Muta-Ime-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB16-Mestre-Rene-Juulian-Ribeiro-Taata-Muta-Ime-300x200.jpg 300w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB16-Mestre-Rene-Juulian-Ribeiro-Taata-Muta-Ime-768x512.jpg 768w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB16-Mestre-Rene-Juulian-Ribeiro-Taata-Muta-Ime-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB16-Mestre-Rene-Juulian-Ribeiro-Taata-Muta-Ime.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No cora\u00e7\u00e3o do filme est\u00e1 a pot\u00eancia do ritual como for\u00e7a organizadora da vida. Em um\u00a0mundo cada vez mais consumista, individualista e desconectado de seus v\u00ednculos\u00a0coletivos, TERRA BATIDA prop\u00f5e um reencontro com aquilo que nos humaniza: o gesto\u00a0compartilhado, o corpo em movimento, a celebra\u00e7\u00e3o do sagrado e a experi\u00eancia do\u00a0estar junto. O filme afirma que \u00e9 no rito \u2014 e na busca por uma for\u00e7a maior \u2014 que\u00a0recuperamos mem\u00f3ria, pertencimento e alma.<\/p>\n\n\n\n<p>Realizado ao longo de 12 anos, TERRA BATIDA \u00e9, em si, um ato de resist\u00eancia. O projeto atravessou longos per\u00edodos sem financiamento, contou inicialmente com apoio do Ita\u00fa\u00a0Cultural para pesquisa, com o desenvolvimento de roteiro via Ancine, e s\u00f3 p\u00f4de ser\u00a0finalizado a partir dos recursos da Lei Paulo Gustavo, dois anos atr\u00e1s. Durante essa\u00a0longa jornada, vidas se transformaram, personagens partiram, caminhos precisaram\u00a0ser refeitos. Ainda assim, novas lideran\u00e7as, mestres, mestras e protagonistas surgiram, trazendo ao filme uma for\u00e7a humana profunda, generosa e vibrante.<\/p>\n\n\n\n<p>Filmado em Salvador, no Rec\u00f4ncavo Baiano, em Foz do Imbassa\u00ed, em Mata de S\u00e3o Jo\u00e3o\u00a0e tamb\u00e9m na Chapada Diamantina, na Serra do Sincor\u00e1, o document\u00e1rio constr\u00f3i um\u00a0territ\u00f3rio sens\u00edvel onde corpo, ritmo e espiritualidade se entrela\u00e7am. Cada pessoa da\u00a0equipe foi escolhida n\u00e3o apenas pelo rigor profissional, mas pelo envolvimento afetivo\u00a0e \u00e9tico com os temas abordados \u2014 algo que reverbera na tela como cuidado, escuta e\u00a0amor.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB03-Dona-Irene-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1864\" srcset=\"https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB03-Dona-Irene-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB03-Dona-Irene-300x200.jpg 300w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB03-Dona-Irene-768x512.jpg 768w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB03-Dona-Irene-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB03-Dona-Irene.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para o diretor Jon Lewis, o filme parte da compreens\u00e3o de que samba, capoeira e\u00a0candombl\u00e9 compartilham uma mesma matriz africana e uma mesma l\u00f3gica simb\u00f3lica:\u00a0o movimento de tr\u00eas. A ginga da capoeira, o ritmo das palmas do samba, as giras das\u00a0dan\u00e7as dos orix\u00e1s, nkisis e voduns expressam uma filosofia de vida onde recuar\u00a0tamb\u00e9m \u00e9 estrat\u00e9gia para avan\u00e7ar. Esses ritmos tornam-se met\u00e1foras da exist\u00eancia,\u00a0ensinando que continuidade, adapta\u00e7\u00e3o e coletividade s\u00e3o fundamentos da\u00a0resist\u00eancia. Como canta Taata Mut\u00e1 Im\u00ea no filme: &#8220;Coisa bonita pisada de caboclo: ele\u00a0pisa na aldeia do rastro do outro&#8221; \u2014 imagem poderosa da transmiss\u00e3o de saberes e da\u00a0perman\u00eancia das tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>As falas de quem participou convergem ao afirmar que as tradi\u00e7\u00f5es afro-brasileiras n\u00e3o\u00a0pertencem ao passado, mas atuam como for\u00e7as vivas que estruturam o presente. Juliana Ribeiro destaca a ancestralidade como experi\u00eancia de tempo circular, vivida no\u00a0corpo, no canto, na dan\u00e7a e nos rituais coletivos, onde o que se chama de &#8220;passado&#8221; se\u00a0atualiza e se torna presen\u00e7a sens\u00edvel. Terra Batida, nesse sentido, revela poeticamente\u00a0essa circularidade como algo vivencial, n\u00e3o te\u00f3rico.<\/p>\n\n\n\n<p>Mestra Janja amplia a reflex\u00e3o ao apontar que o filme provoca uma cr\u00edtica \u00e0 perda da\u00a0&#8220;alma coletiva&#8221; da sociedade contempor\u00e2nea, reafirmando o valor das comunidades\u00a0de pertencimento como guardi\u00e3s de saberes, est\u00e9ticas e formas outras de\u00a0conhecimento, baseadas na sabedoria e na rela\u00e7\u00e3o entre sujeito, territ\u00f3rio e tempo. J\u00e1\u00a0M\u00e3e Clea de Oy\u00e1 enfatiza o papel fundamental do ritual como alimento do ax\u00e9 e como\u00a0pr\u00e1tica org\u00e2nica de reconstru\u00e7\u00e3o da coletividade, onde a diversidade, o cuidado com a\u00a0natureza e o trabalho conjunto devolvem sentido \u00e0 vida. Em conjunto, as falas\u00a0defendem o ritual, a ancestralidade e a vida comunit\u00e1ria como caminhos\u00a0imprescind\u00edveis para reconstituir o sentido coletivo em um mundo marcado pelo\u00a0individualismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Acima de tudo, TERRA BATIDA celebra o poder do coletivo. \u00c9 um filme constru\u00eddo por\u00a0muitas m\u00e3os, corpos e saberes \u2014 diante e atr\u00e1s da c\u00e2mera \u2014 e afirma que juntos\u00a0somos mais fortes. Ao evocar o ngunzo, o ax\u00e9, a for\u00e7a vital que atravessa os rituais, o\u00a0document\u00e1rio convida o p\u00fablico a lembrar do que significa estar vivo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB04-Ganhadeiras-de-Itapuan-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1860\" srcset=\"https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB04-Ganhadeiras-de-Itapuan-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB04-Ganhadeiras-de-Itapuan-300x200.jpg 300w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB04-Ganhadeiras-de-Itapuan-768x512.jpg 768w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB04-Ganhadeiras-de-Itapuan-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/boracultura.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/TB04-Ganhadeiras-de-Itapuan.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento e exibi\u00e7\u00f5es<\/strong><br>TERRA BATIDA integra a programa\u00e7\u00e3o do XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema,\u00a0que acontece de 25 de mar\u00e7o a 1\u00ba de abril, com mais de 130 filmes exibidos e uma\u00a0ampla agenda de atividades formativas. O festival tamb\u00e9m realiza sess\u00f5es em\u00a0Cachoeira, de 25 a 29 de mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exibi\u00e7\u00f5es do filme:<\/strong><br>\u2022 26\/03 \u2013 16h30 | Cine Theatro Cachoeirano \u2013 sess\u00e3o seguida de debate<br>\u2022 27\/03 \u2013 16h40 | Cine Glauber Rocha \u2013 Sala 1 \u2013 sess\u00e3o seguida de debate<br>\u2022 30\/03 \u2013 13h10 | Cine Glauber Rocha \u2013 Sala 1 \u2013 reprise, sem debate<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Festivais selecionados (at\u00e9 22\/02\/2026)\u00b7<br><\/strong>\u2022 Luanda International Pan African Film Festival (LUANDA PAFF) \u2013 Angola<br>\u2022 Africa International Human Rights Film Festival \u2013 Nig\u00e9ria<br>\u2022 Documentaries Without Borders International Film Festival \u2013 EUA<br>\u2022 Anatolia International Film Festival \u2013 Turquia<br>\u2022 XXI Panorama Internacional Coisa de Cinema \u2013 Brasil<br>\u2022 All That Moves Film Festival \u2013 Brasil<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Document\u00e1rio \u201cTerra Batida\u201d celebra samba, capoeira e candombl\u00e9 como for\u00e7as da cultura afro-brasileira e estreia no Panorama Internacional Coisa de 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